Seguem aqui depoimentos de algumas pessoas que, de alguma forma, sentiram que ele teve alguma influência em suas vidas.


Kai, 2004
(aluno de 72 a 80)

Ola Julia
Poxa, foi muito legal descobrir o site dedicado a Blaich, meus parabens por todo trabalho envolvido. Queria perguntar se voce teria fotos dele, talvez dos tempos que ele dava aula ainda (pois talvez seja como talvez a maioria de ex-alunos ainda se lembrem dele) no site?
Obrigado, e bom final de semana.


Lorenzo, 2004

Querida Julia,
recebi o link do vosso site pelo informativo do GEA e dei uma passeada pelas suas páginas. Gostei muito, parabéns!


Peter Schües, 2004
Aluno Waldorf 1961-1970

Estimada Julia Andrade,

muito me sensibilizou esta iniciativa fantástica de retratar o querido e eterno Professor Blaich, que me ajudou a ver este nosso Mundo em toda a sua essência e plasticidade de forma simples aplicando cores em pinturas de aquarela, dando vida aos objetos mais toscos como madeira e pedra, torneando argila e batendo cobre.


Veronika Wuest-Lessmann, 2004

Eu estou escrevendo por que estimo o meu ex-professor Bleich muito. Eu o adimiro muitissimo.
Eu lembro como ele tinha a incrivel abilidade de fazer de cada aluno um artista.
Sua pessoua e presensa sepre foi uma grade forsa para mim e muitos outros alunos.
Ele sempre me transmitiu positividade e confiasa de que tudo e possivel, e so fazer.
Eu gostaria transmitir iste pensamento para a realisasao deste maravilhoso projeto.


Daniel, 2004

O melhor professor da Waldorf. A primeira imagem
que me vem, quando penso no Blaich, é das aulas de
desenho, quando, para nosso desespero momentâneo, ele
dizia: "O homem tem coragem!..." e, à primeira vista,
começava a demolir o desenho do aluno. No fim, o que,
acredito, ele fazia era reconstruir nossa intenção
original e, em poucos minutos, mostrar o que não
tivéramos a coragem de fazer. Sua experiência e seu
conhecimento - que ele não impunha - transparecia em
todas suas atividades. Muitas vezes presente em
detalhes, como a observação de que as nuvens em Minas
Gerais assemelhavam-se ao mar de morros que cobre
aquele Estado: uma mostra de que ele, mais do que ter
passado por ali, havia entendido o lugar. Noutra
ocasião, em uma excursão de classe para o Sul, ele
passeava conversando com a gente como se estivesse
distraído e, de repente, agachou-se, pegou uma pedra,
partiu-a com um martelo - e era um geodo. Passei a
observar melhor o terreno que pisava.
Sua responsabilidade era enorme nestas viagens, mas
ele demonstrava muita segurança; nunca o vi cerceando
a liberdade dos alunos - pelo contrário - e nunca nada
deu errado. Ele era muito próximo de nós. Sabia ouvir,
uma virtude que considero fundamental para o
magistério. Compartilhava suas histórias de vida. Pelo
que sei, sempre se prontifica a compartilhar tudo o
que possa ajudar aos outros. No Sul, percebeu que eu
não comprava nada do que víamos e passou-me uma
quantia de dinheiro, discretamente. Tentei recusar,
pois, na realidade, até tinha algum. Ele insistiu e eu
aceitei, pois vi que estava preocupado comigo.
Faz uns vinte anos que não vejo o Blaich, mas,
próximo ou não, ele é uma pessoa que inspira sempre a
busca do que parece correto - simplesmente por ser
correto, mesmo que não tenha resultado algum. E sentir
a importância daquela busca é a melhor inspiração que
se pode receber de alguém. Assim, fico feliz com a
inciativa do livro sobre ele, não só pela oportunidade
de se registrar a obra do Artista, tão repleta deste
sentimento, mas também de se redescobrir o Homem que
não se desvia de seu caminho, que busca a correção
pela vida inteira e que, com isto, alcança grandes
resultados.
À disposição para o que quer que possa fazer pelo
livro sobre nosso querido professor.


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